Dou graças ao meu Deus pelo privilégio que ele me concedeu de ser criado por uma mulher temente a Deus e uma amante incondicional da boa música. Fui criado na igreja Batista, onde todos já sabem, prima pela pregação da Palavra e pela música Cristã de qualidade. Ou seja, eu fui criado ouvindo música de qualidade em minha casa e em minha igreja e isso me levou a ser um homem muito exigente no que tange a música de qualidade, bem como, a pregação de qualidade também. Cresci cantando e tocando músicas Cristãs que exigiam estudo para ser bem executadas e muito conhecimento bíblico para serem escritas. Tenho certeza de que os autores dessas canções e hinos, possuíam um profundo conhecimento bíblico, pois do contrário, não seria possível escrever letras com conteúdos tão profundos e marcantes.
Na minha juventude, passei um período de aproximadamente cinco anos, congregando em uma outra denominação. Uma igreja nova, que seguia a Bíblia, porém, flertava com os novos movimentos relacionados a visões de crescimento da igreja. Me lembro que esse movimento ficou muito conhecido na época por encherem as igrejas de novos convertidos, seus encontros que não podiam ser divulgados (parte da estratégia) e por suas canções que embalavam os encontros e as reuniões. E diante de tudo o que vivi nesse tempo (claro que aconteceram coisas boas) fui apresentado a esse novo estilo musical, que mais tarde ficou bem conhecido. Esse novo estilo de música, não me agradou nenhum pouco! Tratava-se de um estilo que não exigia muito estudo para ser executado e tão pouco, conhecimento bíblico para ser escrito. Pouco estudo para ser executado porque suas harmonias, geralmente se limitavam a aproximadamente quatro acordes; pouco conhecimento bíblico para ser escrita porque, em sua grande maioria, as letras que mais pareciam mantras gospel, devido a grande repetição de frases, não falavam das verdades bíblicas, muito menos sobre o evangelho, colocando Jesus como o centro, mas sim, as vontades e desejos dos seres humanos pirracentos e insaciáveis, não de Deus, mas de bens materiais e conquistas e mais conquistas em suas vidas pessoais. Depois de alguns anos, devido a algumas decepções, resolvi retornar a minha antiga igreja (da qual, até hoje me arrependo de ter saído).
Lembro-me muito bem do dia em que retornei a minha antiga igreja: logo ao me sentar, fui gratamente surpreendido pelo som de piano, executado com muita excelência, que acompanhava um dos vários hinos clássicos comuns à igreja Batista; meus ouvidos se alegraram profundamente, meu corpo arrepiou e quando eu menos esperava, fui tomado por um choro quase compulsivo! Seria um choro pela dor do arrependimento de um dia ter abandonado aquele lugar? Seria um choro por me lembrar das decepções que tive na outra igreja? Com certeza, não! Era o choro da alegria e da saudade que eu sentia daqueles belos hinos e das lindas lembranças que eu trazia daquele lugar onde fui criado, aprendendo sobre Deus e sobre o amor incondicional de Jesus! Era o choro da saudade que eu tinha e ainda tenho de ouvir a minha querida mãe (que hoje está nos braços do Pai) cantando aqueles hinos que marcaram profundamente a minha vida e que ainda muito me emocionam! Era o choro da saudade que eu tinha da boa e verdadeira música Cristã!
Por que estou falando sobre isso?
Essa foi a maneira que encontrei de escrever, em poucas linhas, sobre o poder que a boa música exerce sobre nós!
E isso também me leva a perguntar: O que será dessa nova geração?
Me faço esse questionamento por ser um músico, por ser um adorador e não me conformar ao ver o quanto a música Cristã tem sofrido nos últimos anos! Ela já não é mais tão bem executada! Ela já não possui mais bases bíblicas, fundamentos bíblicos poderosos!
E quero deixar bem claro que, quando me refiro a música Cristã, não estou necessariamente me referindo a música Cristã, mas sim a Música Gospel! Pois a Música Cristã, vai muito bem, obrigado!
Desde os meados dos anos 80 e início dos anos 90, quando o termo "Gospel" surgiu aqui no Brasil, presenciamos um crescimento muito poderoso da música Cristã, que passou a ser chamada de Gospel. esse movimento à princípio foi muito interessante, fez surgir ótimas bandas, ótimos músicos, ótimos cantores, compositores, resultando assim em ótimas canções!
Mas infelizmente, no final dos anos 90 e do início do novo milênio, até os dias atuais, vimos e continuamos vendo o Gospel se tornar sinônimo de música fraca e sem conteúdo bíblico. Músicas essas que despejam sobre nossas casas, nossos ouvidos e infelizmente, sobre nossas igrejas, um festival de heresias e bizarrices que foram transformando aos poucos os "pseudo-adoradores" em seguidores apaixonados e extravagantes dos ídolos gospel. E o mais triste nisso tudo é ver os "pseudo-adoradores" desprezando as músicas Cristãs clássicas, chamando-as de músicas de velho ou músicas ultrapassadas (como se a boa música envelhecesse).
Triste ver como o movimento gospel, que outrora foi de grande valia, hoje se tornou uma música sem qualidade, que só serve como estratégia para "discipular" a nova "geração de adoradores", que cantam, dançam, pulam, caem, mas são verdadeiros analfabetos bíblicos!
A boa notícia, em meio a todo esse caos, é que a verdadeira música Cristã nunca deixou de existir! Ela foi apenas ofuscada pelo movimento atual e pela mídia gospel! Mas continua viva, atuante, com suas belas melodias, harmonias e letras profundas!
Se eu amo a música Cristã?
Sim! A amo, a admiro e a respeito profundamente por ser um instrumento importantíssimo de divulgação do evangelho de Cristo e da cultura Cristã!
Se eu não gosto da música gospel?
Já gostei! Hoje a abomino profundamente, pois vejo o mal que ela tem feito as novas gerações!
Ainda existe muitas opções de boa música no meio Cristão! Basta ter um pouco de curiosidade e de boa vontade para pesquisar e o mínimo de sendo crítico para não se influenciar pela música gospel, cantando por ai heresias como se fossem verdade bíblicas!
(Seminarista Daniel Gummi Alves de Souza)
Na minha juventude, passei um período de aproximadamente cinco anos, congregando em uma outra denominação. Uma igreja nova, que seguia a Bíblia, porém, flertava com os novos movimentos relacionados a visões de crescimento da igreja. Me lembro que esse movimento ficou muito conhecido na época por encherem as igrejas de novos convertidos, seus encontros que não podiam ser divulgados (parte da estratégia) e por suas canções que embalavam os encontros e as reuniões. E diante de tudo o que vivi nesse tempo (claro que aconteceram coisas boas) fui apresentado a esse novo estilo musical, que mais tarde ficou bem conhecido. Esse novo estilo de música, não me agradou nenhum pouco! Tratava-se de um estilo que não exigia muito estudo para ser executado e tão pouco, conhecimento bíblico para ser escrito. Pouco estudo para ser executado porque suas harmonias, geralmente se limitavam a aproximadamente quatro acordes; pouco conhecimento bíblico para ser escrita porque, em sua grande maioria, as letras que mais pareciam mantras gospel, devido a grande repetição de frases, não falavam das verdades bíblicas, muito menos sobre o evangelho, colocando Jesus como o centro, mas sim, as vontades e desejos dos seres humanos pirracentos e insaciáveis, não de Deus, mas de bens materiais e conquistas e mais conquistas em suas vidas pessoais. Depois de alguns anos, devido a algumas decepções, resolvi retornar a minha antiga igreja (da qual, até hoje me arrependo de ter saído).
Lembro-me muito bem do dia em que retornei a minha antiga igreja: logo ao me sentar, fui gratamente surpreendido pelo som de piano, executado com muita excelência, que acompanhava um dos vários hinos clássicos comuns à igreja Batista; meus ouvidos se alegraram profundamente, meu corpo arrepiou e quando eu menos esperava, fui tomado por um choro quase compulsivo! Seria um choro pela dor do arrependimento de um dia ter abandonado aquele lugar? Seria um choro por me lembrar das decepções que tive na outra igreja? Com certeza, não! Era o choro da alegria e da saudade que eu sentia daqueles belos hinos e das lindas lembranças que eu trazia daquele lugar onde fui criado, aprendendo sobre Deus e sobre o amor incondicional de Jesus! Era o choro da saudade que eu tinha e ainda tenho de ouvir a minha querida mãe (que hoje está nos braços do Pai) cantando aqueles hinos que marcaram profundamente a minha vida e que ainda muito me emocionam! Era o choro da saudade que eu tinha da boa e verdadeira música Cristã!
Por que estou falando sobre isso?
Essa foi a maneira que encontrei de escrever, em poucas linhas, sobre o poder que a boa música exerce sobre nós!
E isso também me leva a perguntar: O que será dessa nova geração?
Me faço esse questionamento por ser um músico, por ser um adorador e não me conformar ao ver o quanto a música Cristã tem sofrido nos últimos anos! Ela já não é mais tão bem executada! Ela já não possui mais bases bíblicas, fundamentos bíblicos poderosos!
E quero deixar bem claro que, quando me refiro a música Cristã, não estou necessariamente me referindo a música Cristã, mas sim a Música Gospel! Pois a Música Cristã, vai muito bem, obrigado!
Desde os meados dos anos 80 e início dos anos 90, quando o termo "Gospel" surgiu aqui no Brasil, presenciamos um crescimento muito poderoso da música Cristã, que passou a ser chamada de Gospel. esse movimento à princípio foi muito interessante, fez surgir ótimas bandas, ótimos músicos, ótimos cantores, compositores, resultando assim em ótimas canções!
Mas infelizmente, no final dos anos 90 e do início do novo milênio, até os dias atuais, vimos e continuamos vendo o Gospel se tornar sinônimo de música fraca e sem conteúdo bíblico. Músicas essas que despejam sobre nossas casas, nossos ouvidos e infelizmente, sobre nossas igrejas, um festival de heresias e bizarrices que foram transformando aos poucos os "pseudo-adoradores" em seguidores apaixonados e extravagantes dos ídolos gospel. E o mais triste nisso tudo é ver os "pseudo-adoradores" desprezando as músicas Cristãs clássicas, chamando-as de músicas de velho ou músicas ultrapassadas (como se a boa música envelhecesse).
Triste ver como o movimento gospel, que outrora foi de grande valia, hoje se tornou uma música sem qualidade, que só serve como estratégia para "discipular" a nova "geração de adoradores", que cantam, dançam, pulam, caem, mas são verdadeiros analfabetos bíblicos!
A boa notícia, em meio a todo esse caos, é que a verdadeira música Cristã nunca deixou de existir! Ela foi apenas ofuscada pelo movimento atual e pela mídia gospel! Mas continua viva, atuante, com suas belas melodias, harmonias e letras profundas!
Se eu amo a música Cristã?
Sim! A amo, a admiro e a respeito profundamente por ser um instrumento importantíssimo de divulgação do evangelho de Cristo e da cultura Cristã!
Se eu não gosto da música gospel?
Já gostei! Hoje a abomino profundamente, pois vejo o mal que ela tem feito as novas gerações!
Ainda existe muitas opções de boa música no meio Cristão! Basta ter um pouco de curiosidade e de boa vontade para pesquisar e o mínimo de sendo crítico para não se influenciar pela música gospel, cantando por ai heresias como se fossem verdade bíblicas!
(Seminarista Daniel Gummi Alves de Souza)
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