terça-feira, 12 de julho de 2016

Sei que as vezes as pessoas se assustam com algumas coisas que eu falo ou escrevo. Mas fazer o que, não é mesmo? Esses dias mesmo uma pessoa ficou horrorizada comigo porque eu disse a ela que não gostava e continuo não gostando de ser chamado de "varão". Não gosto mesmo!
Varão, vaso, levita, azeite (tô no óleo), etc, fazem parte do palavreado que encontramos na Bíblia (menos o "tô no óleo"). Mas também encontramos "profanadores", "hereges", "víboras", "fariseu", e etc, e nem por isso saímos por ai chamando as pessoas assim. 
É claro, cada um tem o direito de falar da maneira que mais lhe agrade, mas eu também tenho o direito de gostar ou não. 
A grande verdade é que vejo essas palavras como jargões que são usados para classificar ou agrupar pessoas que fazem parte de uma mesma tribo, bem como as vestimentas. 
Não seria muito mais interessante se ao invés de sermos conhecidos por nossa maneira de falar ou nossa maneira de nos vestir, fôssemos conhecidos por aquilo que é realmente importante: nossas atitudes!
Não adianta nada nos vestirmos como "eles" querem, falarmos como "eles" querem, ouvirmos o que "eles" querem, se as nossas atitudes não condizem com aquilo que ELE quer.
Como diz o poeta da música Cristã: O que a gente faz fala muito mais do que só falar!

(Daniel Gummi A. de Souza)

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